domingo, 8 de agosto de 2010

Devaneio

Tudo é um turbilhão de emoções, emoções demasiado fortes que não consigo distinguir.
Alegrias, Tristezas, Saudades, Lamentações...

Estas férias estão me a provocar momentos de nostalgia, de momentos e pessoas que foram e voltaram, mas também de pessoas que foram e jamais voltarão. As caminhadas são diferentes, os caminhos não mais se vão cruzar, amizade desvaneceu, o que criei, aquilo em que sempre quis acreditar perdeu-se... Hoje pergunto-me o que foi aquilo que passei? Terá sido amizade? Terá apenas sido companheirismo apenas para não me sentir só? Não sei! não tenho a resposta e nunca a terei pois não me cabe a mim tê-la, o que me cabe é apenas nada, somente outrem poderá a elas responder, outrem esse que jamais voltará... Resta-me continuar no escuro, continuar a vida, um dia poderá ser que ditas cujas respostas venham ter comigo, que quem tenha as respostas mas diga de livre e espontânea vontade... Enfim... Como é possível ter saudades de algo que já não quero?

Um momento de reflexão sobre que importância tive eu na vida de outrem!


sexta-feira, 30 de julho de 2010

"Aproveitem a vida e ajudem-se uns aos outros. Apreciem cada momento. Agradeçam. E não deixem nada por dizer, nada por fazer."
António Feio

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...


Fernando Pessoa